Biu Pernão, Ivo, Gonzaga e Manoelzão -Germano e Rinaldo - - Rui, Lelé, Delgado e Ruivo. Me bate uma saudade danada deste time. Era 1962, fazia um curso no Senai, dirigido por Stênio Lopes e acabei indo treinar no Treze, onde fiquei até o final do curso.
Volto no tempo e chego ao dia 28.02.62, quando o time acima ganhou do Santa Cruz de Recife, por 2×1. No dia 18/03, empatou com o Sport Recife em 1×1. No dia 25.03, venceu ao Nautico dentro dos Aflitos por 3×2. Os pernambucanos insistiram por jogo reabilitador e vieram para Campina Grande, onde no dia 28.03, levaram uma sonora goleada por 4 tentos a zero.
Nesta escalação que está aí em cima, só não eram paraibanos os zagueiros Ivo, Calado e Gonzaga, e o atacante Rinaldo. Em onze jogadores, tinhamos sete de origem da terra. Até o treinador era paraibano: o inesquecível Eurivaldo Guerra, o Vavá.
E hoje o que acontece com êste atual time? Me parece que falta vontade de jogar, amôr pela camisa, identificação com nossa terra. Entrar em campo, perder jogos medíocres e no final do mês o salário estar creditado na conta, é bom demais.
Ou muda a pancada do bombo, ou o velho Treze vai ficar com a lanterninha iluminando o Presidente Vargas.