Posts de Junho, 2008

NA BOCA DO GOL SERÁ LANÇADO EM FESTA DA ACEP

30 Junho, 2008

Dia 11 de julho próximo, ás 19.00 horas, no Esporte Clube Cabo Branco, em Miramar,  a API e a Associação dos Cronistas Esportivos da Paraíba – ACEP -estarão comemorando os 54 anos de fundação da entidade esportiva, com um coquetel.

Na ocasião, estaremos lançando nosso livro NA BOCA DO GOL – Andanças de um Narrador Esportivo – com impressão da Gráfica Universitária da UEPB, de Campina Grande, prefácio do jornalista Agnaldo Almeida; revisão linguística do professor João Trindade; capa de Daniel Hugo Moreira e Luzardo Alves; editoração eletrônica de Francisco Procópio, Ludmila Dantas e Ricardo Dantas.

O presidente da ACEP, João Camurça, vai prestar homenagens aos ex-presidentes da associação, bem como à autoridades, que ao longo dos anos, sempre estiveram ao lado dos cronistas.

No livro, o leitor vai encontrar: em que país aconteceu a maior goleada do mundo; qual foi o jogador do Treze, que jogou na seleção brasileira e seu técnico era estrangeiro; quem foi o jogador paraibano que possuia três cursos universitários; vai conhecer a história do cabedelense que salvou o Brasil e quem foi o único estrangeiro, que jogou na seleção do Brasil.

Aguardamos os amigos.

COMO EM 1958: SÃO PEDRO FOI NUM DOMINGO

26 Junho, 2008

O Estádio de Rasunda, recebeu 55 mil suecos na esperança de ganhar o título mundial de futebol. Era um domingo, 29 de junho, e o Brasil entrava em campo após 28 anos de desilusões.

Os escandinavos, não imaginavam que Pelé, ainda menino, e Garrincha, fariam desabar a esperança dos adversários. Se no gol, Gilmar pegava tudo, o já experiente Djalma Santos, que só jogou esta partida, anulava o ponteiro Skoglund, um dos atacantes mais perigosos do time sueco.

Pelo lado esquerdo, Nilton Santos tomava conta do outro ponteiro, chamado Hamrim. No mesmo lado, o formiguinha Zagallo, subia e descia a todo o momento. No meio campo, Zito e Didí, armavam tudo para finalizações de Vavá.

Quando monsieur Maurice Guiguet, encerrou a partida, o placar estampava: Brasil 5 x 2 Suécia. A educada platéia não arredou o pé do estádio. Aguardou que o Rei Gustavo, entregasse a Jules Rimet ao capitão Beline.

Aí, o samba já estava pronto:

“Didí, Pelé, Vavá, bailaram lá na Europa e a Copa veio prá cá,

Gilmar, De Sordy e Beline, famoso trio final,

Fizeram do meu Brasil, o campeão mundial,

Zagallo, Zito e Garrincha,

Nilton Santos e Orlando,

São os campeões do mundo, que o Brasil está saudando 5 a 2″

Eu só tinha 16 anos de idade.

PROCURANDO O PIOR EXEMPLO

25 Junho, 2008

Os bons costumes, nos levam aos melhores caminhos. As atitudes educadas e cordiais, servem de exemplos para os mais novos. Isto não aconteceu com dirigentes do Paraíba, em seu último jogo com o CSP, lá em Cajazeiras.

Quando ganhava o jogo por 3 tentos a 1, retiraram das laterais e dos fundos de gols, os garotos que trabalham apanhando  bolas. Não é um procedimento correto, para um clube que quer chegar à divisão principal do futebol paraibano.

Atos desta natureza, tendem apenas, a retirar a credibilidade dos que dirigem os clubes. O futebol, ou qualquer um outro esporte, precisa de rivalidade e não de atos impensados de dirigentes amadores.

Amanhã ou depois, quando alguém for punido, vai dizer que é perseguição.