30 Novembro, 2009 por eudestoscano
Foram muitos os erros cometidos pelo Campinense na série B do campeonato brasileiro. O número demasiado de jogadores contratados. A dispensa de Freitas Nascimento e a contratação de dois outros treinadores, para no meio do campeonato trazer o Freitas de volta.
A falta de experiência de quem estava dirigindo o clube, causou um prejuízo a parte técnica do time. Não se cria uma equipe competente de garçons e cozinheiros da noite para o dia. Não se arma uma orquestra trocando de músicos e maestros a todo instante.
O dinheiro que entrou foi embora. Os compromissos assumidos e não pagos terão que ser liquidados. Uma nova estrutura terá que ser montada e preparada para o calendário do ano que vem.
Sem cota de TV, sem verbas de patrocinadores e da CBF, o negócio tende a proporcionar maiores problemas para quem estiver comandando o clube cartola.
Ainda bem que o 1×1 com a Lusa, no Canindé, deixou a lanterna longe de Campina Grande.
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23 Novembro, 2009 por eudestoscano
Faltou um pouco mais de força para o Botafogo ganhar do Treze. O jogo deste domingo(22), o clube da capital fez um primeiro tempo que deixou dúvidas em sua torcida.
Na segunda fase, logo aos cinco minutos, o time da Maravilha do Contorno chegou a marcar seu gol, sem contudo conseguir dominar o Treze Futebol Clube, que acabou empatando a partida a 19 minutos.
Alternando bons e ruins momentos os dois se equipararam e precisam de muitas mudanças, para não sairem do campeonato do próximo ano lamentando a falta de qualidade.
O empate em 1×1 deu ao Treze o direito de se classificar para a próxima Copa do Brasil. Qualquer empate que venha acontecer neste domingo(29), no Amigão, deixará o clube de São José com a segunda vaga da Paraíba, já que a primeira é do Sousa.
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21 Novembro, 2009 por eudestoscano
No dia 14 de novembro de 1969, o então Governador João Agripino Filho inaugurava melhoramentos e uma nova iluminação no estádio José Américo, atualmente Complexo Esportivo Ronaldo Marinho, no bairro dos Estados. Uma noite de festas, com a presença do Santos Futebol Clube, que além de todas as suas atrações, vivia a expectativa do milésimo gol de Pelé. O Rei do Futebol chegava a João Pessoa com a marca de 998 gols assinalados, e ainda faria dois jogos: um contra o Bahia, na Fonte Nova, e outro contra o Vasco da Gama, no Maracanã.
A cidade ganhou um feriado na parte da tarde, para que o torcedor pudesse chegar mais cedo. No prédio da antiga Reitoria da UFPB, Pelé recebeu o título de Cidadão Pessoense, proposto por Derivaldo Domingos de Mendonça, vereador na época. A FPF trouxe o pernambucano Manoel Amaro para apitar. O governador deu o pontapé inicial.
Manoel Maria fez dois gols e Pelé se escondia do jogo. No segundo tempo, penalti contra o Botafogo e a torcida começou a gritar Pelé, Pelé. O itabaianense Lula era o goleiro, que foi para um lado e a bola para o outro. Logo depois Pelé disparou um chute no travessão e o dirigente Modesto Roma o mandou para o lugar do goleiro Jair Esteves.
Anos depois, gravei um programa para a TV Globo, como que aquele foi o milésimo gol de Pelé. Até hoje não sei se na verdade foi o de nº 999, ou se aqui foi marcado o gol mil do Rei do Futebol. Sei que foi o último jogo de Nininho pelo Botafogo, que faleceu em 21 de novembro de 1969.
Do livro NA BOCA DO GOL- Andanças de um narrador esportivo.
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